8 de abr de 2010

De tudo o que restou

Ficou o gosto doce da ilusão
O amargo da dor, na cor da solidão.
Cresceu em mim a esperança
De me reconhecer um pouco mais
No espelho da lembrança.
Nos braços do sono que traz a dança
Na eterna fé que me faz criança.

3 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida
Maravilhoso poema, de esperança...Lindo.


Beijinhos
Sonhadora

Julio Cesar Corrêa disse...

A foto chegou ao coração
bj e ótimo findi

Daniel Savio disse...

Em si, não só resta dor após o fim, também te de restar a vontade (enorme de ser feliz)...

Fique com Deus, menina M. Nilza.
Um abraço.