7 de nov. de 2009

Você viverá enternamente em Mim


Minhas homenagens hoje vão para ti
Meu amor, meu homem, meu irmão,
Meu amigo de sempre e todas as horas.

Meu parceiro que mesmo quando a vida
Nos pregava tantas peças e lágrimas
Movia-se em minha direção com carinho
Ultrapassando muralhas e pedras
Aquelas que o caminho insistia em deixar.

Vão para ti – meu amor – as medalhas guardadas
A camisa suada pelo jogo da vida
E pelo esporte que preferiste – o futebol.

Não te entristeças com as lágrimas que hoje derramo
Certamente, não são de tristezas que deixaste em mim
E sim pela saudade que já sinto e cresce em meu ser.

Sabe amor, nosso sentimento foi irremediavelmente diferente.
Nasceu na impossibilidade, cresceu na dificuldade,
E se fortaleceu na verdade – única somente nossa.
Por isso incompreendida.

Agora vai amor, leva contigo o que tirou de melhor
Dessa pessoa meio louquinha e tão querida por ti.
Leve e guarde no cantinho do teu coração
Porque nós dois sabemos que um dia havemos de
Acertar as linhas que não tivemos tempo de esticar.

M Nilza
Para Luiz Roberto Alves da Costa
06/06/1947 - 07/11/2009

2 de nov. de 2009

faz chamada todo dia 2 de cada mês para
Este tema tão importante.
Resolvi participar, e você,
por que não entra nessa?
“Ecologia é um nível superior de pensamento, onde tudo está relacionado com tudo, inclusive com as soluções. Como ciência do ínter-relacionamento homem/natureza, ela não pode ser vista apenas como o estudo do meio físico, pois de suas pesquisas e análises depende a compreensão da harmonia entre o homem e o ambiente.”
AME – Fundação Mundial de Ecologia


Unida contra a VIOLÊNCIA

Iniciativa da Beta do Mix Cultural

De modo geral, define-se Violência como sendo o uso de palavras ou ações que machucam as pessoas. É violência também o uso abusivo ou injusto do poder, assim como o uso da força que resulta em ferimentos, sofrimento, tortura ou morte.


Violência contra a mulher – é qualquer conduta – ação ou omissão – de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.


Violência de gênero – violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino.


Violência doméstica – quando ocorre em casa, no ambiente doméstico, ou em uma relação de familiaridade, afetividade ou coabitação.


Violência familiar – violência que acontece dentro da família, ou seja, nas relações entre os membros da comunidade familiar, formada por vínculos de parentesco natural (pai, mãe, filha etc.) ou civil (marido, sogra, padrasto ou outros), por afinidade (por exemplo, o primo ou tio do marido) ou afetividade (amigo ou amiga que more na mesma casa).



Violência física - Uso da força ou atos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis, com o objetivo claro ou não de ferir, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros e tapas, agressões com diversos objetos e queimaduras causadas por objetos ou líquidos quentes.
Violência psicológica- Rejeição, depreciação, discriminação, desrespeito e punições exageradas são formas comuns desse tipo de agressão, que não deixa marcas visíveis, mas marca por toda a vida.

Negligência - Ato de omissão do responsável pela criança ou adolescente em prover as necessidades básicas para seu desenvolvimento.

Síndrome do bebê sacudido (Shaken Baby Syndrome) - Esta síndrome se refere a lesões de gravidade variáveis, que ocorrem quando uma criança, geralmente um lactente, é severa ou violentamente sacudida.

Violência sexual - Abuso de poder no qual a criança ou adolescente é usado para gratificação sexual de um adulto, sendo induzida ou forçada a práticas sexuais com ou sem violência física


Violência verbal - A violência verbal não é uma forma de violência psicológica. A violência verbal normalmente é utilizada para importunar e incomodar a vida das outras pessoas.

Pode ser feita através do silêncio, que muitas vezes é muito mais violento que os métodos utilizados habitualmente, como as ofensas morais (insultos), depreciações e os questionários infindáveis

Bullying - Bullying é usar o poder ou força para intimidar ou perseguir os outros. As vítimas de intimidação e chantagem recorrente (Bullying) são normalmente pessoas que sem defesas que incapazes de motivar outras para agirem em sua defesa. Trata-se, infelizmente, de um problema que afeta as nossas escolas, comunidades e toda a sociedade.

Violência policial - Há pelo menos quatro concepções diferentes de violência policial, que são relevantes para a compreensão e a redução de sua incidência no Brasil e que tem implicações importantes para a formulação e a implementação de estratégias de controle.

1. O uso da força física contra outra pessoa de forma ilegal, não relacionada ao cumprimento do dever legal ou de forma proibida por lei.

2. O uso desnecessário ou excessivo da força para resolver pequenos conflitos ou para prender um criminoso de forma ilegítima.

3. Os usos irregulares, anormais, escandalosos ou chocantes da força física contra outras pessoas.

4. O uso de mais força física do que um policial altamente competente consideraria necessário em uma determinada situação.


Vale ressaltar que o controle da violência, particularmente da violência praticada pelas Forças Armadas e pela Policia, é uma das condições necessárias para a consolidação do estado de direito e de regimes políticos democráticos.

A violência policial é um tipo de violência que preocupa cada vez mais os cidadãos, os próprios policiais, os governantes, os jornalistas e os cientistas sociais, em parte porque é praticada por agentes do Estado que têm a obrigação constitucional de garantir a segurança pública, a quem a sociedade confia a responsabilidade do controle da violência, Os casos de violência policial, ainda que isolados, alimentam um sentimento de descontrole e insegurança que dificulta qualquer tentativa de controle e pode até contribuir para a escalado de outras formas de violência.

Na História do Brasil, atos extremamente violentos, em que muitas vezes ocorreu o coação de pessoas, foram encabeçados pelo Estado ou tiveram o seu consentimento.
A estrutura de poder, desde o período colonial, é responsável pela negação dos direitos da maioria da população. Hoje, podemos exemplificar essa tese com a violência resultante dos conflitos agrários ou das chacinas.


A sociedade, ainda que assustada, não está inerte diante de tudo isso. A resistência e a mobilização contra a violência sempre ocorreram no Brasil. Um exemplo recente, entre outros, é o movimento Viva Rio, que nasceu na sociedade civil e luta pacificamente contra as arbitrariedades, reivindicando a atuação mais eficaz das autoridades. Leva a mensagem da paz para a população e sinaliza para o fato de que se pode construir uma sociedade mais crítica, justa e combativa.

Precisamos intensificar esses movimentos. É vital que façamos a nossa parte, ainda que pequena, pois sabemos que a violência tem origem em diversas direções, inclusive no âmago da desigualdade, porém cabe a cada um de nós dar um passo na direção do caminho que amenizará tais fenômenos.

1 de nov. de 2009

Noite com Vampiro


Tema: Uma noite de Arrepiar

Eu não entendia o porquê de certos acontecimentos em minha vida. Não sabia por que, em determinados dias sem explicação aparente eu era tomada por sensações de horror que as minhas entranhas assimilavam com tamanha facilidade. Eu não sabia por quê. E saber por que era o que eu mais buscava entender.

Certa noite, diante das paisagens mais variadas e lindas, diante dos campos mais vastos e verdes, surgiu em meu caminho um cavaleiro lindo, de pele clara, trajes de requinte, cabelos lisos como a seda, sorriso aberto e olhos profundos, penetrantes e eu me sentia em estado alfa. Aproximou-se e num movimento rápido segurou-me a cintura e ali rodopiávamos numa dança sem canção. Eu me sentia – misteriosamente feliz com tal visão e sentir.

Pouco a pouco eu era entregue aquele homem encantador onde somente em sonhos eu imaginava existir. Ele não falava, olhava fixamente em meus olhos como se me devorasse a mente, tomava meus mais profundos segredos e desejos com tanta facilidade que o medo era substituído pela sensação boa de ser desejada daquela forma.

Nossas roupas estavam em nossos corpos, mas eu me sentia nua e o via assim também. Suas carícias me arrepiavam em toda extensão do corpo. Já não era possível resistir... Eu queria aquele homem e ele também a mim. Entregues passamos das carícias suaves às mais fortes e ardentes. Meu corpo suado sentia algo bem quente, um pouco mais que o normal. Seus beijos eu apenas correspondia, não abria os olhos com receio de acordar daquele sonho. Um líquido quente percorria meu pescoço e descia pelo ventre trazendo um desejo incontrolável.

Com toques de paixão ao ápice desse amor estranhamente alcançamos o solo, testemunha daquele amor que haveria de se concretizar, não havia cama, porém a grama era macia como os lençóis de seda, seria nosso ninho de luxúria onde nos consumiríamos a cada momento. Nesta loucura mórbida a lua firmava-se com propriedade, mais uma testemunha daquela loucura. Lentamente, penetrava em mim algo afiado, a dor se correspondia com o prazer, o meu tempo passava em outra velocidade, onde a completa insanidade se apoderava de mim. Eu era trucidada lentamente, o sangue já nos fazia flutuar naquela invasão de sentimentos confusos. Escrava daquela sina, entregue ao destino da noite.

Já era dia quando abri os olhos. O cenário não era aquele em que vivi aqueles momentos mágicos e estranhos. Não estava ao meu lado o cavaleiro, todo aquele sangue sumira. Levantei-me e pus a caminhar de volta para casa. Tonta e sem saber onde começava e terminava a realidade, entrei naquela casa que ficara distante do cenário por onde andei. Resolvi tomar um banho, talvez a água pudesse me acordar ou me esclarecer tudo aquilo que vivi. A resposta veio ao me olhar no espelho – meu pescoço era o palco da marca eterna daquela noite, dois pontos anunciavam por onde havia saído tanto sangue...

30 de out. de 2009

Uma bruxa em mim


Participação modesta na Blogagem da Raquel
Mulher, fada, menina.
Independente como a dependência do ar
Livre, aliada à suave paixão da brisa
Voa como fada - sonha como mulher
Mas como cri
ança voa para longe.


Como mulher exige a alegria
Sua criança zanga-se se contrariada
Se impedida de manter em si
A ingenuidade, a pureza e a maldade
Da bruxinha travessa que sempre
Habitará em mim...

28 de out. de 2009


Leva-me até a janela dos teus sonhos
Nos caminhos conta-me teus segredos
mistura tua vida à minha sem pudor,
quero sentir um amor selvagem, animal,
Leva-me contigo por entre teus caminhos
Inflame teu corpo de desejo sedento de mim
Induza-me ao maior pecado, sacia-me a sede
de ter-te todo e completo dentro de meu ser.

26 de out. de 2009

Voe


Quase...
Mas lembrei do isolamento
e olhei meu rosto no espelho
Marcas firmadas pelo tempo
Em meu coração
Dentro do meu peito.

Mas, estou de volta. Apaixonada
Escancarada de tanto amor.
Perdida no vôo do pássaro
Preciso viver,
preciso deixar que voem.

Quase...
Convenci-me que pássaros
devem ficar na mão.
Na tentativa de me fazer sorrir
Na ânsia de me fazer amada
Previsível foi segurar o pássaro
que eu guardava no coração e na mão,
sem saber se eles querem voar ou não.

25 de out. de 2009

O medo - você deve conhecer



"Conta-se que numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue. Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então:
"Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados".

Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
-Diga, soldado.
-O que havia por detrás da assustadora porta?
-Vá e veja você mesmo.

O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que... ...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

Pense nisso!
Viva, sem medo de abrir novas portas!"

24 de out. de 2009

Um beijo - o primeiro


Minha vida amorosa começou aos 14 anos quando eu estava na praia. Jamais poderia imaginar que um rapaz com aquelas características pudesse se interessar por mim, ainda mais na praia!! Sim. Na praia, pois eu me achava muito magra e sem graça. Sempre cercada de amigas mais interessantes fisicamente, contentava-me em ser menos olhada e cobiçada numa boa, não havia em mim o sentido de concorrer ou de querer ser melhor que elas – até hoje, sou assim.

Com meu jeito sempre sorridente e brincalhão, demorei um bocado para perceber que aquele rapaz alto, moreno, de olhos expressivos e com um corpo bem feito estaria por detrás daqueles óculos escuros me paquerando. Mas, estava e eu resolvi retribuir e porque não?

Poucos minutos depois ele se aproximou e trocamos uma conversa um pouco tímida, mas o suficiente para sabermos telefone e endereço um dos outro. Eu estava numa felicidade só. As dificuldades existiam, pois naquela época eu não tinha telefone, sendo assim eu teria de me comunicar com ele e assim eu fiz. Telefonava com freqüência até marcarmos o dia do passeio!!... rsssssssssss

Com o pai severo que tinha eu nem me atreveria na distância de casa. Coloquei um vestidinho branco, estilo tubinho muito usado na época, caprichei nos cabelos, perfume suave e sai ansiosa pelo encontro.

Lá estava ele. Na esquina de casa, de pé à minha espera. Era demais para um coração solitário e virgem como o meu!!! Ele chegara sem carro e isso me tranqüilizava, pois, tínhamos receio de entrar em carros de desconhecidos. Um leve beijo, na face, trocamos e partimos para aquela que foi a primeira caminhada. Ele era alegre e falava com facilidade sobre o que fazia e do que gostava. Eu um tanto tímida me limitava a acompanhar a conversa, acrescentando o meu lado ou dados na conversa.

Andamos bastante até que finalmente ele segurou em minha mão. Era uma sensação gostosa cheia de importância – não havia preocupação com horário, nem se iria chover. O coração batia forte e a expectativa aumentava à medida que ele se aproximava cada vez mais. Com medo e a timidez aumentando, sugeri voltarmos para casa, não gostaria que meu pai sentisse minha falta e já estava escurecendo. Ele prontamente atendeu e votamos numa caminhada contrária. A certa altura ele parou, segurou minha cintura e me beijou nos lábios. Eu não sabia bem o que fazer, meus lábios também eram virgens..rssssssss

Mesmo com receio de errar, de passar por: a menina que não sabe beijar. Entreguei-me aquele beijo doce e sem grandes paixões. Era um beijo infantil, um beijo de começo, um beijo prometedor, um beijo que me acordara para a vida onde o amor tomaria conta e abriria o caminho para a paixão – que afinal não foi com ele. Porém, o caminho estava aberto e aquela menina magra e sem graça começava seu ritmo e rumo de mulher.

23 de out. de 2009

Homenagem

Deputado Wagner Montes e à sua esquerda
Oficial Flávia Pelajo minha norinha
Serviço odontológico para bombeiros

O Projeto Bombeiro Sorriso propõe várias ações como práticas educativas e preventivas para manter a saúde bucal da população interessada. As equipes formadas por Oficiais Dentistas e Praças Auxiliares de Saúde bucal vão promover palestras, além de distribuirem materiais educativos e kits com escova, pasta e fio dental. As ações serão realizadas por meio do Serviço Odontológico Móvel (Somo), Programa Saúde na Escola (PSE), Unidades de Atendimento Odontológico (UAO), Centro de Estudos e Pesquisas Odontológicas e das Odontoclínicas Militares.




O projeto é uma iniciativa da Superintendência Operacional (SUOP) e da Diretoria Geral de Odontologia (DGO), cujo objetivo é aumentar a atenção à saúde odontológica dos Bombeiros Militares. O projeto engloba um conjunto de ações, que compreende práticas educativas, preventivas e curativas estabelecidas pela política de saúde bucal da Diretoria Geral de Odontologia.


As ações serão realizadas em todas as Organizações de Bombeiros Militares do Estado, com a participação da SUOP, do Serviço Odontológico Móvel (SOMO), do Programa Saúde na Escola (PSE) e da própria DGO, que contará ainda com as Odontoclínicas Militares, as Unidades de Atendimento Odontológico (UAO) e com o Centro de Estudos e Pesquisas Odontológicas (CEPO).
As equipes formadas por Oficiais Dentistas e Praças Auxiliares de Saúde Bucal promoverão palestras, orientação de higiene bucal em escovódromos, distribuição de material educativo e kits contendo escova, pasta e fio dental.


A fim de identificar a prevalência das principais doenças que acometem grande parte do Efetivo de Bombeiros Militares, serão realizados levantamentos epidemiológicos para subsidiar o planejamento estratégico do atendimento odontológico da Corporação.


O Projeto Bombeiro Sorriso, além de facilitar o acesso aos serviços odontológicos da Corporação e reduzir a incidência de problemas bucais de maior prevalência nos Bombeiros Militares, estará reorientando o processo de trabalho em direção as reais necessidades de seus usuários.


Inicialmente foram realizados dois Projetos-Piloto: um no 1° GBM - Humaitá e outro no Destacamento 1/8 - Realengo, onde as atividades contaram com o total apoio dos Comandantes e apresentaram uma maciça procura pelos Bombeiros Militares."