
19 de nov. de 2009
Um Comentário que virou post

17 de nov. de 2009
Por que é tão difícil ser transparente?
"O medo de sofrer é pior do que o próprio sofrimento.

A doçura
A compaixão
A compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudades desesperada de NÓS mesmos.
Daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos! Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está me machucando". Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor.
Deixemos explodir toda a nossa doçura!
Que consigamos docemente
Viver.
Sentir
Amar.
Adaptação
AD
15 de nov. de 2009
TAREFAS DA 3ª BlogGincana

2º Comuniquem esses blogs, de que estão sendo motivo de sua postagem.
Minha maior dificuldade será a certeza dos blogs que vou indicar terem ou não participado. Sou nova na Gincana... Enfim, vou tentar não errar.
Minha primeira indicação será o blog do Olavo – Traços de um Homem. É um blog super interessante, pois ele é bastante participativo e muito querido por todos. Não percebo um determinado assunto que se destaque em seu blog, o fato é que tudo que ele escreve é muito pessoal e eu me identifico com sua linha de raciocínio. recentemente esteve afastado e está de volta o que me deixou feliz - fez falta.

A segunda indicação será para o blog do Daniel Sávio – Tesouros em Meio ao Lixão - que com sua irreverência, sempre nos traz algo novo e interessante. Piadas e contos que amo ler e acompanhar. Some às vezes por conta do trabalho, mas sempre volta com suas histórias.
E finalmente, a terceira indicação será o blog Apenas sobre Mim que nos traz uma abordagem bastante jovem e atual. Assina como: Eu e a Solidão - tem 26 anos e seu blo
g é muito bem preparado de bom gosto seu layout e traz textos bem pessoais. Sua frase de chamada é: “Eu não Sou nada disso que você está pensando, por isso venha com calma”. Interessante não é? 12 de nov. de 2009
Para quem eu não tiro o chapéu?

Da expressão “de se tirar o chapéu”
SIM

Expressão popular que significa: fato extraordinário, que merece uma homenagem; coisa digna de admiração. Como surgiu a expressão Quando algo ou alguém nos causa admiração, é espantoso ou surpreende, dizemos que é de tirar o chapéu. A expressão, que chegou ao Brasil, trazida pelos portugueses, remete aos hábitos da corte francesa do século 17.
Na época de Luís XIII (1610-1643), as pessoas já se saudavam com o chapéu. O protocolo foi formalizado no reinado de Luís XIV (1643-1715): ele decretou que o chapéu só podia ser tirado da cabeça em ocasiões especiais. Segundo Deonísio da Silva, autor de “De Onde Vêm as Palavras”, os cumprimentos eram feitos com um toque na aba, erguendo o chapéu um pouco, tirando-o da cabeça ou levando-o quase ao chão. Quando mais importante a pessoa, mais o chapéu se afastava da cabeça.
Quando os membros da corte portuguesa se transferiram para o Brasil, em 1808, e tinham dúvida sobre as normas de conduta em determinada ocasião, perguntava-se - se ela era de se tirar o chapéu.

Saindo do caminho das letras e explicações tantas vezes evasivas, estamos aqui para dizer PARA QUEM EU NÃO TIRO O CHAPÉU, proposta de tema da talentosa e criativa Raquel Machado do blog Ideias de Milene.
Infelizmente, nos últimos tempos tenho optado por muitos “NÃOS” e este será mais um, ou seja, um não novo, atual.
Não tiro o chapéu para AS PATOLOGIAS E ANÔNIMOS VIRTUAIS
A Internet é um vasto mundo novo que se abre com novas perspectivas e possibilidades, mas ela também traz incertezas e perigos sobre as conseqüências de seu uso. É claro que advento das novas tecnologias, especialmente internet, é importante, e não se pode ignorar o processo de transformação pelo qual passamos, mas ele traz riscos, pois se trata de uma nova forma de interação humana, uma que deu dimensões nunca antes vistas para a sociabilidade. Dimensões que podem chegar a extremos.
Nesse campo, ocorrem encontros e contatos, a socialização humana reflete nas novas possibilidades. Em conseqüência, temos um desvio de atenção, o mundo material parece cada vez menos importante e relevante em prol do que é virtual.
Numa verdadeira desordem do campo obsessivo-compulsivo, o uso patológico da internet é a perda de controle do uso da rede e pode causar inúmeras conseqüências
e complicações nas mais diversas áreas. Entre os sintomas do uso patológico de internet estão isolamento social, conflitos com a família, divórcio, além de fracassos no mundo fora da internet, como perda do emprego ou falha acadêmica, assim explicam os especialistas.
O computador é usado para compensar por sentimentos de solidão, problemas no casamento e trabalho, pobre vida social e problemas financeiros. A internet modificou o desenvolvimento dos relacionamentos íntimos. A mediação do computador pode ser positiva para construção de novos relacionamentos, mas ela rompe com o contato e a atração física, necessários para o relacionamento amoroso. Na rede, idade, aparência caráter são facilmente alterados, sendo esse um dos fatores da pseudo-intimidade e da dubiedade desses relacionamentos. Nada é o que parece, o que contribui para o isolamento social dos que são dependentes. Esse quadro ocorre por se acreditar que o mundo virtual é um contraponto ao mundo material, ou seja, pensando-se na virtualidade como o alívio contra a desesperança, a tristeza, a frustração, a insegurança. Este fenômeno é facilmente resolvido quando encontramos pessoas que além do virtual existe para seu “virtual-locutor” também na vida real.
Existem grupos maravilhosos que se encontram com freqüência e todos se dão muito bem, desenvolvem relacionamentos amorosos ou simplesmente de amizade duradouros provando que são possíveis sim amores e paixões surgidas nas telinhas dos computadores.
Em contrapartida, temos os pequenos ou grandes monstros que fazem da vida de algumas pessoas um verdadeiro inferno. Já fui vítima de algumas e percebo que muitas pessoas preferem se afastar do mundo virtual a se expor, correr perigos e perturbações. É muito comum encontrarmos apelos e textos com indicações de terem sido vítimas desses seres que se mostrassem os rostos talvez recebessem o tratamento merecido.
Por essa razão eu NÃO TIRO O CHAPÉU PARA OS ANÔNIMOS VIRTUAIS.
9 de nov. de 2009
Viola de amor no " Abre aspas" Blogagem Coletiva
Nas ondas do mar me enlevo
nessas ondas me redimo
meus sofrimentos são nada
nas águas das ondas claras
(nos ventos do mar me enlevo
nesses ventos me redimo
sofrer é estar de passagem
entre o agora e o eterno)
Como as ondas que se quebram
e são sempre as mesmas ondas
vou seguindo meus destinos
como as ondas que se quebram
(como os ventos que nos passam
e nos levam os pensamentos
vou vagando, vendaval
devassando e devassado).
(Antonio Brasileiro)
Antonio Brasileiro
Pintor e poeta baiano. Mais de vinte títulos de poesia publicados.
8 de nov. de 2009
Selinhos e desafios

Como ele era muito feliz e bem humorado, a vida continua né?
Veja que gracinha a citação da Nanda em seu Baú do Múltiplas - Eu adoro teu Blog
Vejam Aqui
Obrigada Nanda!
Continuando os mimos e memes eu recebi este selo repassado pela Nade, do Orgulho de Ser. E da mesma forma devo repassar para outros blogs, além de escrever o que mais me apaixona quando o assunto é:
1. Internet – a novidade, o avanço, a facilidade de se conseguir o saber, o conhecimento. A maneira bonita com que fazemos amigos invisíveis até. A energia que trocamos em cada leitura e comentários. A mágica que vem desenhada em cada página que abrimos.
2. Pessoas – conhecer seus hábitos e suas surpresas a cada dia. O ser humano é um eterno enigma.
3. Vestuários – adoro roupas e se possível, muitas. Gosto de me vestir co criatividade e o mais parecido comigo o possível.
4. Cosméticos – gosto de cremes, principalmente, os hidratantes. Nada em excesso, procuro limpar bem a pele para depois usar um creme. Quanto á maquiagem, gosto sem excessos.
5. Comida – gosto de uma boa comida. Hoje, me surpreendo co vontades específicas e procuro satisfazê-las dentro do normal
6. Hobbies – não costumo tê-los. Eu diria que meu hobbie hoje é a internet e suas variedades.
Repasso a: todos meus seguidores.
7 de nov. de 2009
Você viverá enternamente em Mim

Meu amor, meu homem, meu irmão,
Meu amigo de sempre e todas as horas.
Meu parceiro que mesmo quando a vida
Nos pregava tantas peças e lágrimas
Movia-se em minha direção com carinho
Ultrapassando muralhas e pedras
Aquelas que o caminho insistia em deixar.
Vão para ti – meu amor – as medalhas guardadas
A camisa suada pelo jogo da vida
E pelo esporte que preferiste – o futebol.
Não te entristeças com as lágrimas que hoje derramo
Certamente, não são de tristezas que deixaste em mim
E sim pela saudade que já sinto e cresce em meu ser.
Sabe amor, nosso sentimento foi irremediavelmente diferente.
Nasceu na impossibilidade, cresceu na dificuldade,
E se fortaleceu na verdade – única somente nossa.
Por isso incompreendida.
Agora vai amor, leva contigo o que tirou de melhor
Dessa pessoa meio louquinha e tão querida por ti.
Leve e guarde no cantinho do teu coração
Porque nós dois sabemos que um dia havemos de
Acertar as linhas que não tivemos tempo de esticar.
M Nilza
Para Luiz Roberto Alves da Costa
06/06/1947 - 07/11/2009
2 de nov. de 2009
Unida contra a VIOLÊNCIA
Iniciativa da Beta do Mix CulturalDe modo geral, define-se Violência como sendo o uso de palavras ou ações que machucam as pessoas. É violência também o uso abusivo ou injusto do poder, assim como o uso da força que resulta em ferimentos, sofrimento, tortura ou morte.

Violência de gênero – violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino.
Violência doméstica – quando ocorre em casa, no ambiente doméstico, ou em uma relação de familiaridade, afetividade ou coabitação.
Violência familiar – violência que acontece dentro da família, ou seja, nas relações entre os membros da comunidade familiar, formada por vínculos de parentesco natural (pai, mãe, filha etc.) ou civil (marido, sogra, padrasto ou outros), por afinidade (por exemplo, o primo ou tio do marido) ou afetividade (amigo ou amiga que more na mesma casa).
Violência física - Uso da força ou atos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis, com o objetivo claro ou não de ferir, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros e tapas, agressões com diversos objetos e queimaduras causadas por objetos ou líquidos quentes.
Violência psicológica- Rejeição, depreciação, discriminação, desrespeito e punições exageradas são formas comuns desse tipo de agressão, que não deixa marcas visíveis, mas marca por toda a vida.
Negligência - Ato de omissão do responsável pela criança ou adolescente em prover as necessidades básicas para seu desenvolvimento.
Síndrome do bebê sacudido (Shaken Baby Syndrome) - Esta síndrome se refere a lesões de gravidade variáveis, que ocorrem quando uma criança, geralmente um lactente, é severa ou violentamente sacudida.
Violência sexual - Abuso de poder no qual a criança ou adolescente é usado para gratificação sexual de um adulto, sendo induzida ou forçada a práticas sexuais com ou sem violência física
Violência verbal - A violência verbal não é uma forma de violência psicológica. A violência verbal normalmente é utilizada para importunar e incomodar a vida das outras pessoas.
Pode ser feita através do silêncio, que muitas vezes é muito mais violento que os métodos utilizados habitualmente, como as ofensas morais (insultos), depreciações e os questionários infindáveis
Bullying - Bullying é usar o poder ou força para intimidar ou perseguir os outros. As vítimas de intimidação e chantagem recorrente (Bullying) são normalmente pessoas que sem defesas que incapazes de motivar outras para agirem em sua defesa. Trata-se, infelizmente, de um problema que afeta as nossas escolas, comunidades e toda a sociedade.
Violência policial - Há pelo menos quatro concepções diferentes de violência policial, que são relevantes para a compreensão e a redução de sua incidência no Brasil e que tem implicações importantes para a formulação e a implementação de estratégias de controle.
1. O uso da força física contra outra pessoa de forma ilegal, não relacionada ao cumprimento do dever legal ou de forma proibida por lei.
2. O uso desnecessário ou excessivo da força para resolver pequenos conflitos ou para prender um criminoso de forma ilegítima.
3. Os usos irregulares, anormais, escandalosos ou chocantes da força física contra outras pessoas.
4. O uso de mais força física do que um policial altamente competente consideraria necessário em uma determinada situação.
Vale ressaltar que o controle da violência, particularmente da violência praticada pelas Forças Armadas e pela Policia, é uma das condições necessárias para a consolidação do estado de direito e de regimes políticos democráticos.
A violência policial é um tipo de violência que preocupa cada vez mais os cidadãos, os próprios policiais, os governantes, os jornalistas e os cientistas sociais, em parte porque é praticada por agentes do Estado que têm a obrigação constitucional de garantir a segurança pública, a quem a sociedade confia a responsabilidade do controle da violência, Os casos de violência policial, ainda que isolados, alimentam um sentimento de descontrole e insegurança que dificulta qualquer tentativa de controle e pode até contribuir para a escalado de outras formas de violência.
Na História do Brasil, atos extremamente violentos, em que muitas vezes ocorreu o coação de pessoas, foram encabeçados pelo Estado ou tiveram o seu consentimento.
A estrutura de poder, desde o período colonial, é responsável pela negação dos direitos da maioria da população. Hoje, podemos exemplificar essa tese com a violência resultante dos conflitos agrários ou das chacinas.
A sociedade, ainda que assustada, não está inerte diante de tudo isso. A resistência e a mobilização contra a violência sempre ocorreram no Brasil. Um exemplo recente, entre outros, é o movimento Viva Rio, que nasceu na sociedade civil e luta pacificamente contra as arbitrariedades, reivindicando a atuação mais eficaz das autoridades. Leva a mensagem da paz para a população e sinaliza para o fato de que se pode construir uma sociedade mais crítica, justa e combativa.
Precisamos intensificar esses movimentos. É vital que façamos a nossa parte, ainda que pequena, pois sabemos que a violência tem origem em diversas direções, inclusive no âmago da desigualdade, porém cabe a cada um de nós dar um passo na direção do caminho que amenizará tais fenômenos.
1 de nov. de 2009
Noite com Vampiro


Certa noite, diante das paisagens mais variadas e lindas, diante dos campos mais vastos e verdes, surgiu em meu caminho um cavaleiro lindo, de pele clara, trajes de requinte, cabelos lisos como a seda, sorriso aberto e olhos profundos, penetrantes e eu me sentia em estado alfa. Aproximou-se e num movimento rápido segurou-me a cintura e ali rodopiávamos numa dança sem canção. Eu me sentia – misteriosamente feliz com tal visão e sentir.
Pouco a pouco eu era entregue aquele homem encantador onde somente em sonhos eu imaginava existir. Ele não falava, olhava fixamente em meus olhos como se me devorasse a mente, tomava meus mais profundos segredos e desejos com tanta facilidade que o medo era substituído pela sensação boa de ser desejada daquela forma.
Nossas roupas estavam em nossos corpos, mas eu me sentia nua e o via assim também. Suas carícias me arrepiavam em toda extensão do corpo. Já não era possível resistir... Eu queria aquele homem e ele também a mim. Entregues passamos das carícias suaves às mais fortes e ardentes. Meu corpo suado sentia algo bem quente, um pouco mais que o normal. Seus beijos eu apenas correspondia, não abria os olhos com receio de acordar daquele sonho. Um líquido quente percorria meu pescoço e descia pelo ventre trazendo um desejo incontrolável.
Com toques de paixão ao ápice desse amor estranhamente alcançamos o solo, testemunha daquele amor que haveria de se concretizar, não havia cama, porém a grama era macia como os lençóis de seda, seria nosso ninho de luxúria onde nos consumiríamos a cada momento. Nesta loucura mórbida a lua firmava-se com propriedade, mais uma testemunha daquela loucura. Lentamente, penetrava em mim algo afiado, a dor se correspondia com o prazer, o meu tempo passava em outra velocidade, onde a completa insanidade se apoderava de mim. Eu era trucidada lentamente, o sangue já nos fazia flutuar naquela invasão de sentimentos confusos. Escrava daquela sina, entregue ao destino da noite.
Já era dia quando abri os olhos. O cenário não era aquele em que vivi aqueles momentos mágicos e estranhos. Não estava ao meu lado o cavaleiro, todo aquele sangue sumira. Levantei-me e pus a caminhar de volta para casa. Tonta e sem saber onde começava e terminava a realidade, entrei naquela casa que ficara distante do cenário por onde andei. Resolvi tomar um banho, talvez a água pudesse me acordar ou me esclarecer tudo aquilo que vivi. A resposta veio ao me olhar no espelho – meu pescoço era o palco da marca eterna daquela noite, dois pontos anunciavam por onde havia saído tanto sangue...
